Basta entrar em qualquer Joomla Day no Brasil para perceber que nós, Joomleiras, estaremos por lá. No entanto, é gritante o quanto ainda somos grande minoria. Numa análise visual, poderíamos dizer que as mulheres não chegam a 10% do público.

Por que isso acontece? Mulheres não gostam de TI? Não gostam do Joomla? Não têm talento para isso?


Não há como responder essas perguntas sem falar em como o gênero é construído socialmente desde a infância, na dificuldade de desafiar os estereótipos da profissão de TI e também nas jornadas extensas que impactam no convívio com a família. Mas nosso objetivo não é discutir as causas da desigualdade e sim convidar a comunidade Joomla brasileira a refletir sobre o assunto, porque nenhuma solução é possível quando o problema é negado.

 

De modo geral, nós diríamos que no Brasil homens e mulheres são iguais, não é mesmo? 


Mas elas ainda têm salários menores do que eles no mesmo cargo, e a medida que os cargos vão ficando mais altos nas empresas, menos mulheres os ocupam - mesmo que nas universidades já sejamos maioria e, muitas vezes, tenhamos melhor performance acadêmica.

Além da questão profissional, há ainda uma questão mais grave: a violência contra a mulher, que vai desde o assédio verbal e outras formas de abuso emocional, até o abuso físico, sexual e assassinato. É impressionante saber que 35% dos assassinatos de mulheres no mundo são cometidos pelo marido, namorado ou ex-parceiro - enquanto apenas 5% dos assassinatos de homens são cometidos pela parceira ou ex. Quer dizer que uma grande parte dos homens ainda enxerga as mulheres como suas propriedades, com quem podem fazer tudo o que quiserem, até tirarem suas vidas? Infelizmente sim.

 

 Isso precisa acabar!

  • Cinco mulheres são espancadas a cada 2 minutos no Brasil;
  • Uma em cada cinco mulheres consideram já ter sofrido alguma vez “algum tipo de violência da parte de algum homem, conhecido ou desconhecido”;
  • O parceiro (marido ou namorado) é o responsável por mais 80% dos casos reportados.

Nós apoiamos as mulheres do Joomla

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